Regional será o primeiro a ir a Roma, em visita ‘ad Limina Apostolorum’ em 2020

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Visita Ad Limina

Os 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se preparam para ir a Roma, em Visita ‘ad Limina’, neste ano de 2020. O primeiro regional será o Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal), que estará em visita oficial ao papa Francisco, nos dias 8 a 18 de fevereiro, sendo que a audiência com o Santo Padre será no dia 11 de fevereiro.

Essa peregrinação a Roma, que acontece a cada cinco anos, denominada “Visita ad limina Apostolorum”, significa no liminar, na soleira, nos limites ou estradas (limina) das Basílicas dos Apóstolos Pedro e Paulo, onde os bispos diocesanos visitam os sepulcros dos Apóstolos, conservados, segundo a tradição, na Cidade de Roma.

A visita é uma antiga tradição da Igreja e uma graça de Deus, pois permite aos bispos estarem reunidos juntos à Sé de Pedro. É voltar às fontes originais onde a vida e o carisma iniciaram o caminhar da Igreja, para reavivar e fortalecer o significado desses locais, na vida e na missão dos pastores da igreja de nosso tempo. Essa peregrinação também é uma visita de trabalho, de reuniões e de contatos que os bispos realizam junto à Santa Sé e seus diversos organismos, dicastérios (departamentos), conselhos e comissões pontifícias.

Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo diocesano de Luziânia e presidente do Regional Centro-Oeste, vai pela segunda vez à visita. Em 2010, primeiro ano do seu episcopado, quando ainda era bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, ele já estava no grupo de bispos que visitou o papa Bento XVI. Sobre aquela experiência ele relembra que foi um importante momento de crescimento para os bispos e de atenção aos pedidos feitos pelo Santo Padre.

Naquele período houve um grande progresso em alguns aspectos que nos foram pontuados na visita. Tínhamos, e ainda temos, limitações em relação aos processos jurídicos nos tribunais eclesiásticos. O pedido de maior atenção a esses casos tem gerado novas iniciativas nas dioceses do regional, qualificando e dinamizando o cuidado pastoral no campo jurídico”, disse. O bispo também fez comentários sobre outro pedido do então papa Bento XVI. “Ele também insistiu conosco sobre o tema da drogradição, e os bispos puderam falar das iniciativas pastorais para a prevenção e para a recuperação de dependentes. Infelizmente esse fenômeno perdura em nossa região com muita força até hoje. Agora ouviremos o papa Francisco, e a expectativa é grande”, declarou.

Saiba mais: https://www.cnbbco.com

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