Pela primeira vez, reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) é realizada de forma virtual

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou na quinta-feira, dia 23, a reunião ordinária do Conselho Episcopal Pastoral (Consep). Essa foi a primeira vez que o encontro aconteceu à distância, de forma virtual.

Uma das reflexões que orientou a pauta do grupo foi a vivência pastoral no período da pandemia do coronavírus. O secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, disse que os participantes reafirmaram o posicionamento da entidade em relação às regras de distanciamento social.

Dom Joel também enfatizou a importância de se manter a observância às orientações sanitárias. Disse que os participantes acolhiam e entendiam a preocupação das pessoas com o retorno das atividades de forma presencial, mas, com base nas reflexões do Consep, reafirmou que o melhor para o momento são as formas criativas, como o teletrabalho.

Ainda dentro do contexto de pandemia, os participantes abordaram a campanha da CNBB e da Cáritas – É Tempos de Cuidar -, uma Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil, que busca estimular a solidariedade por meio da arrecadação de alimentos, produtos de higiene e limpeza.

A iniciativa, já em curso desde o dia 12 de abril, além de incentivar a ajuda material, promove o cuidado no campo religioso, humano e emocional. Dom Joel salientou que os membros tiveram a oportunidade de avaliar e conhecer melhor a Campanha.

Ainda na reunião, os presidentes das Comissões da CNBB puderam apresentar as atividades que estão sendo desenvolvidas durante o período de pandemia, isso porque apesar de os trabalhos não estarem acontecendo de forma presencial, os assessores e as Comissões continuam a desenvolver suas atividades de forma on-line.

A reunião durou em torno de quatro horas e reuniu, além dos presidentes das Comissões, a presidência da CNBB, o subsecretário geral, padre Dirceu de Oliveira, o subsecretário-adjunto de pastoral da CNBB, padre Marcus Barbosa, o assessor político da CNBB, padre Paulo Renato, e o ecônomo, monsenhor Nereudo Henrique.

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