A Conferência austríaca manifestou, publicamente, preocupação com o avanço do novo coronavírus entre povos indígenas e tradicionais
Especialista explica os outros 2 eixos da campanha "Amazoniza-te": desmonte do controle ambiental e aceleração da destruição do bioma
O eixo aponta para a urgência da vulnerabilidade dos povos Indígenas e comunidades tradicionais à contaminação pela covid-19
A atual crise socioambiental pela qual passa a Amazônia, avançando para quase 25% de desmatamento da floresta, pode levar a uma situação de "não retorno" para o bioma. Esta afirmação foi feita pela ecóloga Ima Vieira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, no lançamento da campanha "Amazoniza-te", na segunda, 27 de julho
Para o presidente da CNBB, a campanha é um convite à solidariedade com a floresta e os povos da região. A ação tem 3 eixos: vulnerabilidade dos povos indígenas e comunidades tradicionais na pandemia, aceleração da destruição do bioma pelo aumento descontrolado do desmatamento e violação das leis de proteção ambiental
Irmã Laura Vicuña, que integra a Conferência Eclesial da Amazônia, acredita que a ação do organismo possa ser voz profética para a Amazônia
O projeto propõe medidas de proteção à disseminação da Covid-19 entre os indígenas
A exortação pós-sinodal do Papa "Querida Amazônia" ganhou duas edições. "Amazonizar" é outra coleção que trata do bioma
A campanha "A Amazônia precisa de Você" enviou, nesta semana, uma segunda remessa no valor de R$ 200 mil para 15 dioceses e prelazias da região amazônica. O valor será investido em alimentação, material de higiene e proteção para pessoas afetadas pelo novo coronavírus. Congregações religiosas têm participação efetiva na campanha
A iniciativa foi inspirada pela Campanha Solidária Emergencial da Igreja no Brasil “É tempo de cuidar”, coordenada pela CNBB e Cáritas Brasileira

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