Bispo de Nova Friburgo comemora Jubileu de Ouro

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Uma Missa Solene no dia 19, em Nova Friburgo (RJ), marcou a celebração do Jubileu de Ouro da Ordenação Sacerdotal de dom Rafael Llano Cifuentes, bispo titular da diocese, que foi também bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro de 1990 a 2004.

Amigos, fiéis, autoridades eclesiásticas, entre elas o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, e o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, além de autoridades civis e militares, lotaram o ginásio do Colégio Anchieta. Presidente do Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro), o bispo também recebeu o carinho de seus amigos de episcopado das dioceses do estado do Rio e de coordenadores pastorais desse regional.

Em seu discurso de agradecimento, no final da missa, dom Rafael recordou sua trajetória vocacional, sua vinda ao Brasil, e sua convivência com São Josemaría Escrivá, de quem foi secretário na Espanha. “Ter convivido com um santo canonizado é uma grande responsabilidade e ela representa para mim um estímulo para não esmorecer na minha luta pela santidade”, destacou.

Agradeceu especialmente o carinho dos sacerdotes, fiéis, religiosos e funcionários; recordou a sua família, os amigos de ministério na arquidiocese do Rio, especialmente o cardeal dom Eugenio Sales, de quem foi bispo auxiliar.

“Tenho a necessidade de declamar que a vocação de entrega a Deus, algo que eu oferecia em minha mocidade como um grande sacrifício, foi o que se tornou a chave mestra da minha vida, e o que deu o mais alto significado a ela”, frisou.

Mexicano, criado na Espanha e sacerdote no Brasil, o bispo, que tem grande devoção à Nossa Senhora de Guadalupe, recordou características e experiências vividas nos três países presentes em sua história, por meio de duas coreografias apresentadas por jovens da comunidade friburguense: uma delas  simbolizou o amor à Mãe de Deus e a outra, a evangelização e a missão que consagra o mundo a Deus.

“Posso dizer, com toda a convicção, que depois de 48 anos na terra de Santa Cruz, Deus me deu muito mais do que eu deixei: em amor, em sentimento, em amizade, em alegria, em família, em frutos apostólicos. Deus trocou a minha nacionalidade não apenas no papel, no passaporte, mas também, e principalmente, nas têmperas de meu coração. Eu posso dizer que amo o Brasil mais do que o país que me viu nascer. Posso dizer: vale à pena, vale mil vezes a pena, a fidelidade a Deus, que é na realidade o segredo de nossa felicidade”, ressaltou dom Rafael Llano Cifuentes ao final da cerimônia.

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