Bioética Pastoral é tema de estudo na Arquidiocese de Campo Grande

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Padres, seminaristas, agentes pastorais, profissionais da Saúde e juristas da Arquidiocese de Campo Grande (MS) estudam o tema da bioética pastoral, com a assessoria do padre Alberto Bochatey (foto), da Pontifícia Academia para a Vida de Roma. O curso acontece entre os dias 03 a 09 de agosto, no Centro Arquidiocesano de Formação de Pastoral. A valorização da vida é o tema central do curso e de suma importância para todas as pastorais de nossa Igreja.

Aprofundar os princípios da bioética, a partir da dignidade da pessoa humana é o principal objetivo do encontro, fazer com que as pessoas aprendam sobre o que o magistério da Igreja nos diz sobre a defesa da vida é importante para todos os seus membros, pois é um assunto inserido em nosso cotidiano, seja na hora de ir ao médico ou falar com os filhos sobre as notícias divulgadas nos jornais.

A bioética estuda a conduta humana no campo das ciências biológicas e a atenção à saúde, e envolve vários dilemas éticos, principalmente sobre o início e fim da vida. Estão sendo debatidos temas como: bioética personalista; moral e ciência; aborto; métodos anticonceptivos; engenharia genética; transplante de órgãos; reprodução humana assistida; células-tronco; meio ambiente; eutanásia; anencefalia, entre outros.

Um dos pontos mais debatidos foi a sexualidade, desde a iniciação precoce na infância e adolescência até ao matrimonio, e o que a Igreja defende. “A vocação ao matrimôno implica a abertura para a vida, não a obrigação de ter filhos… Implica a doação e a abertura para ser pai e mãe. A Igreja nunca disse que o casal precisa procriar cada vez que tem uma relação sexual. Imaginem um casal com 50 anos de casados… Em primeiro lugar, uma relação sexual entre o casal é uma expressão de amor.” – Pe. Alberto Bochatey

Com informações de Karla Penna  – Arquidiocese de Campo Grande

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