Ato pela liberdade religiosa em Olinda e Recife propõe vigília pelos cristãos perseguidos

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A Comunidade Católica dos Viventes, em apoio aos cristãos perseguidos, realiza neste sábado, 28, o ato #EuMeImporto, das 17h às 19h, no parque da Jaqueira, em Recife (PE). O objetivo é chamar a atenção para o direito à liberdade religiosa.

Segundo o último relatório da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, a cada cinco minutos um cristão é vítima de violência por causa de sua fé, o que equivale a 160 mil cristãos mortos em decorrência da intolerância religiosa.

O arcebispo de Olinda e Recife (PE), dom Fernando Saburido, participará do evento. “Esse é um gesto de solidariedade para com os irmãos perseguidos no Oriente. Estarei presente e convido a todos que puderem participar deste momento, para que se unam a nós e juntos possamos rezar nessa intenção, e colaborarmos concretamente com nossos irmãos”, convocou o religioso.

 Ato pela liberdade religiosa

A iniciativa surgiu da inquietação após a divulgação, em fevereiro deste ano, do assassinato de 21 egípcios decapitados pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI) na Líbia, “pelo simples fato de serem cristãos”, como disse o papa Francisco. A ideia é proporcionar uma tarde de vigília inter-religiosa na qual os cristãos, e também pessoas com outras convicções religiosas ou mesmo sem uma convicção religiosa, poderão se informar melhor sobre o assunto e, juntas, dar uma resposta a esse clima de ódio que se alastrou principalmente no Oriente.

Desde o ano passado, devido às ações do grupo terrorista EI, as denúncias de violações contra a vida dos cristãos tomaram repercussão ainda maior, com as execuções filmadas e disseminadas pela internet, com métodos bárbaros e cruéis.

Além disso, tem crescido significativamente a quantidade de cristãos que precisam se refugiar em outros países. Para se ter uma ideia do enorme problema, desde 1945, dez milhões de cristãos emigraram por causa de perseguições, o que representa uma dificuldade para aqueles que saem de suas casas e também um desafio para as nações que os recebem.

Com informações da Pascom da arquidiocese de Olinda e Recife

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