Abrace o Marajó: abrir simplesmente para empresas, não beneficiará a população

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Igreja e entidades-Abrace-Marajo

Após a instituição do Programa Abrace o Marajó pelo Governo Federal como estratégia de desenvolvimento socioeconômico dos municípios que compõem o arquipélago do Marajó, no Pará, a prelazia do Marajó, a diocese de Ponta de Pedras e organizações sociais reuniram-se na sede do regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Belém, para estudar o decreto que normatiza o programa e buscar caminhos de diálogo com as autoridades.

O bispo da prelazia do Marajó, dom Evaristo Spengler, apontou ser importante propor desenvolvimento para o arquipélago paraense, mas este processo deve levar em conta a cultura, a economia da floresta, a preservação do meio ambiente e o conhecimento tradicional, com programas de economia solidária e organizações associativas. “Abrir simplesmente o Marajó para empresas, certamente não beneficiará a população local. Via de regra, as empresas que investem no Marajó beneficiam-se das riquezas locais e transferem os lucros para fora”, afirmou dom Evaristo.

Leia a notícia na íntegra sobre a articulação de entidades frente ao programa Abrace o Marajó.

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